Uma investigação jornalística conduzida por Justin Scheck revelou que ouro extraído ilegalmente por cartéis na Colômbia tem sido processado pela Royal Canadian Mint. O esquema aproveita falhas burocráticas e lacunas na fiscalização para mascarar a origem ilícita do metal, permitindo que ele seja inserido no mercado global como um produto legalizado. O caso destaca as fragilidades nas políticas de conformidade de instituições de refino e financeiras, que frequentemente falham em identificar a procedência real do ouro em suas cadeias de suprimentos. A relevância desta descoberta reside na exposição das dificuldades sistêmicas para rastrear metais preciosos, facilitando o financiamento de atividades criminosas através de brechas no comércio internacional. A situação coloca sob escrutínio os protocolos de due diligence adotados por grandes refinarias ao redor do mundo.
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