Autora de livro sobre luto é julgada por assassinar o marido com fentanil
Kouri Richins, que escreveu um livro infantil sobre luto, será julgada nos EUA pelo assassinato de seu marido, Eric Richins, acusado de ter sido envenenado com fentanil por motivações financeiras e um relacionamento extraconjugal.
Pontos principais
- Kouri Richins, mãe de três filhos, é acusada de assassinar o marido, Eric Richins, em março de 2022, após publicar um livro infantil sobre luto.
- O julgamento de Richins, que enfrenta quase trinta acusações, incluindo homicídio qualificado e fraude, está previsto para durar um mês.
- A promotoria alega que Richins envenenou o marido com fentanil em um coquetel, motivada por dívidas, ganho financeiro e um relacionamento extraconjugal.
- Documentos da acusação sugerem uma tentativa anterior de envenenamento no Dia dos Namorados, um mês antes da morte de Eric Richins.
- A acusação aponta que Kouri Richins tinha grandes dívidas e abriu seguros de vida em nome do marido sem seu conhecimento.
Kouri Richins, autora de um livro infantil sobre luto, enfrentará um julgamento nos Estados Unidos a partir da próxima segunda-feira, acusada de assassinar seu marido, Eric Richins. A promotoria alega que Kouri envenenou Eric com fentanil em março de 2022, motivada por problemas financeiros, incluindo dívidas e seguros de vida abertos sem o conhecimento do marido, além de um relacionamento extraconjugal. O caso ganhou notoriedade pela ironia de Richins ter escrito uma obra para ajudar seus filhos a lidar com a perda do pai, de quem ela é acusada de ser a algoz.
O julgamento, que deve durar um mês, envolverá quase trinta acusações, incluindo homicídio qualificado e fraude. A defesa de Richins se declara inocente, prometendo apresentar uma versão dos fatos que diverge da narrativa da promotoria. Testemunhas-chave, como um amigo de Eric e a governanta Carmen Lauber, que supostamente vendeu o fentanil, são esperadas para depor. A acusação também aponta para uma tentativa anterior de envenenamento no Dia dos Namorados, um mês antes da morte de Eric Richins, adicionando complexidade ao caso.
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