O Estado-Maior Central, principal grupo dissidente das Farc liderado por Iván Mordisco, declarou uma trégua temporária durante o período das eleições presidenciais na Colômbia. A interrupção das hostilidades, prevista para ocorrer entre 20 de maio e 10 de junho, tem como objetivo declarado garantir a segurança dos eleitores e reduzir a violência que tem marcado a campanha. A decisão surge em um momento crítico, no qual o país enfrenta sua pior crise de segurança em dez anos, com diversos candidatos presidenciais, como Abelardo de la Espriella e Paloma Valencia, denunciando ameaças de morte. Enquanto o governo de Gustavo Petro tenta conter a escalada de ataques contra civis, a trégua é vista como um movimento estratégico em meio aos esforços contínuos de negociações de paz com diversos grupos armados que operam no território colombiano.
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