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Nubank tem lucro de R$ 4,56 bilhões no 1T26 com expansão de crédito

O Nubank reportou lucro de US$ 871,4 milhões no 1T26, impulsionado por receitas recordes, mas abaixo das expectativas devido a maiores provisões para crédito.

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Foto: G1 - Economia
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14/05 às 18:35 · atualizado há 1m

Pontos principais

  • O lucro líquido atingiu R$ 4,56 bilhões (US$ 871,4 milhões), alta de 41% em relação ao 1T25.
  • A receita líquida superou US$ 5,3 bilhões, acima das projeções de mercado de US$ 4,5 bilhões.
  • A base global de clientes chegou a 135,2 milhões, com 115 milhões de usuários no Brasil.
  • A carteira de crédito cresceu 40% em 12 meses, totalizando US$ 37,2 bilhões.
  • O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou 29% no período.
  • Provisões para crédito subiram 40% no ano, pressionando o lucro abaixo dos US$ 980 milhões esperados.
  • A operação no México atingiu o breakeven, enquanto a inadimplência de 15 a 90 dias subiu para 5,0%.
  • A companhia anunciou uma estratégia cautelosa para sua expansão nos Estados Unidos para os próximos dois anos.

O Nubank apresentou resultados mistos no primeiro trimestre de 2026, reportando um lucro líquido de R$ 4,56 bilhões, equivalente a US$ 871,4 milhões. O desempenho representa um crescimento de 41% em comparação ao mesmo período de 2025, impulsionado pela expansão da oferta de crédito e por receitas globais de US$ 5,3 bilhões, que superaram as expectativas de mercado. Apesar do avanço, o lucro ficou abaixo da projeção de US$ 980 milhões de analistas, pressionado por um aumento de 40% nas provisões para crédito, reflexo de uma carteira que totalizou US$ 37,2 bilhões. A empresa destacou o uso de inteligência artificial como fator estratégico para a gestão dessa expansão.

Em termos operacionais, a fintech atingiu uma base global de 135,2 milhões de clientes, com um retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) de 29%. A inadimplência de curto prazo (15 a 90 dias) subiu para 5,0%, enquanto o indicador acima de 90 dias recuou para 6,5%. Um marco positivo foi o breakeven da operação mexicana, sinalizando a maturação dos investimentos internacionais. Diante do cenário, a instituição mantém uma estratégia de expansão cautelosa, incluindo planos moderados para o mercado dos Estados Unidos nos próximos dois anos, visando preservar a eficiência operacional frente aos riscos do crescimento acelerado.

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