Cortes atingem mais de 17.500 funcionários; fontes dizem que não foram causados por IA.
O LinkedIn, rede social profissional da Microsoft, planeja demitir cerca de 5% de seus mais de 17.500 funcionários, numa reorganização que concentra pessoal em áreas de crescimento. Os cortes atingem engenharia, produto, marketing e a organização comercial global, e incluem o fechamento de um escritório em Graz, na Áustria.
Fontes dizem que as demissões não foram causadas pela substituição de trabalhadores por IA, ainda que empregadores americanos venham citando a tecnologia como principal motivo de cortes pelo segundo mês seguido. A receita do LinkedIn subiu 12% no trimestre encerrado, segundo registros da Microsoft.
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