O CEO da Renault, François Provost, solicitou formalmente à União Europeia o congelamento de novas regulamentações automotivas pelo período de dez anos. Segundo o executivo, o excesso de normas vigentes na região tem elevado os custos de produção, dificultando a acessibilidade dos veículos para o consumidor final. A proposta busca liberar as equipes de engenharia para priorizar a redução de preços e o avanço da eletrificação, elementos cruciais para que a indústria europeia consiga manter sua competitividade diante da crescente pressão de marcas chinesas em um cenário de crescimento econômico lento. A estratégia ocorre em um momento de otimismo para a montadora francesa, que reportou uma receita de 12,5 bilhões de euros no primeiro trimestre de 2026, um aumento de 7,3%. O desempenho foi sustentado pelo sucesso do Renault 5, que ajudou a impulsionar as vendas de elétricos na França em 48% no mesmo período.
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