O mercado global de energia enfrenta instabilidade com o barril do Brent ultrapassando a marca de US$ 104, impulsionado por temores de interrupções no fornecimento através do Estreito de Ormuz. A região, vital para o fluxo mundial de petróleo, registra movimentações militares iranianas que elevaram a tensão geopolítica. Em resposta, o presidente Donald Trump avalia medidas domésticas, como a suspensão de impostos sobre combustíveis, para mitigar o impacto inflacionário. Paralelamente, a China ganha protagonismo como possível mediadora, aproveitando suas relações econômicas com ambos os lados para tentar reduzir a pressão sobre a commodity. A manobra recente de um supertanque chinês na rota estratégica é acompanhada de perto por investidores, que aguardam a reunião entre Trump e Xi Jinping como um sinal determinante para a estabilidade do setor energético global.
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