O ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz foi identificado como beneficiário de repasses financeiros realizados por uma empresa de estética sob investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro. Segundo as autoridades, o estabelecimento era utilizado como fachada para a lavagem de dinheiro proveniente das atividades ilícitas do miliciano Adriano da Nóbrega, morto em 2020 durante uma ação policial na Bahia. O valor de R$ 6.300 recebido por Queiroz integra o conjunto de provas analisadas pelos promotores que investigam a rede financeira ligada ao miliciano. O caso ganha relevância por conectar novamente o nome de Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, a investigações sobre esquemas de corrupção e lavagem de capitais no estado do Rio de Janeiro, mantendo sob escrutínio as relações entre figuras políticas e grupos paramilitares.
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