Empresas europeias que operam na China estão reavaliando suas cadeias de suprimentos em resposta direta ao aumento dos custos logísticos e energéticos provocados pela guerra no Irã. Segundo levantamento da Câmara de Comércio da União Europeia na China, mais de um quarto das companhias do bloco já implementou mudanças estratégicas para mitigar os efeitos da instabilidade regional. O impacto é particularmente severo nos setores químico e de petróleo, onde 60% das empresas reportaram dificuldades operacionais. A instabilidade geopolítica tem forçado as corporações a repensar a eficiência de suas redes de produção global, buscando maior resiliência diante da volatilidade dos preços internacionais. Esse movimento reflete uma preocupação crescente com a sustentabilidade das operações em um cenário de custos elevados e incertezas logísticas persistentes no mercado chinês.
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