Uma análise recente estabelece um paralelo entre a atual campanha pró-Ypê e o histórico Plano Cohen, documento forjado em 1937 que simulou uma ameaça comunista para fundamentar a instauração do Estado Novo. O estudo aponta que a estratégia de utilizar teorias conspiratórias para mobilizar a base política da direita brasileira não é um fenômeno novo, mas uma tática recorrente de comunicação política. Segundo a investigação, o uso de narrativas de medo, historicamente associadas ao anticomunismo, serve como ferramenta de controle e engajamento de grupos específicos. A comparação reforça como documentos ou campanhas fictícias são instrumentalizados para criar um senso de urgência e ameaça, moldando a percepção pública e consolidando a coesão de movimentos políticos ao longo das décadas no cenário nacional.
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