Trump avalia anexação da Venezuela como 51º estado americano
O presidente Donald Trump reforçou a intenção de anexar a Venezuela ao publicar um mapa do país como 51º estado americano, gerando tensões diplomáticas.
Pontos principais
- Donald Trump avalia tornar a Venezuela o 51º estado americano, citando reservas de petróleo avaliadas em US$ 40 trilhões.
- O presidente publicou em sua rede social, Truth Social, um mapa que ilustra a Venezuela já integrada ao território dos EUA.
- A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, rejeitou a proposta e reafirmou a soberania nacional.
- O governo dos EUA mantém controle sobre a administração venezuelana desde a captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026.
- Trump condicionou o acesso ao sistema antimíssil 'Domo de Ouro' à adesão de nações como estados americanos.
- O perfil oficial da Casa Branca na rede social X replicou a imagem, elevando a repercussão diplomática do gesto.
- A nova publicação ocorreu um dia após a negativa oficial de Caracas sobre a integração territorial.
O presidente Donald Trump intensificou sua retórica expansionista ao publicar, em sua rede social Truth Social, um mapa que retrata a Venezuela como o 51º estado dos Estados Unidos. A iniciativa, que foi replicada pelo perfil oficial da Casa Branca na rede social X, reforça as declarações recentes do mandatário, que justifica o interesse pela anexação devido às vastas reservas de petróleo do país, estimadas em US$ 40 trilhões. Desde a captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, os Estados Unidos exercem controle sobre a administração venezuelana, mantendo negociações frequentes nos setores de energia e mineração.
A movimentação gerou repercussão imediata nas esferas políticas internacionais e é vista como uma provocação diplomática. Em resposta, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, rejeitou publicamente a proposta, enfatizando o compromisso do país com sua independência. A postura de Trump integra uma agenda expansionista que já incluiu manifestações de interesse sobre territórios como Canadá, Groenlândia e Cuba. Além disso, o governo americano tem utilizado o acesso a tecnologias de defesa, como o sistema antimíssil 'Domo de Ouro', como ferramenta de pressão para incentivar a adesão de outras nações ao território dos EUA.
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