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Trump avalia anexação da Venezuela como 51º estado americano

O presidente Donald Trump reforçou a intenção de anexar a Venezuela ao publicar um mapa do país como 51º estado americano, gerando tensões diplomáticas.

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Foto: G1 Mundo
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12/05 às 12:35 · atualizado há 2m

Pontos principais

  • Donald Trump avalia tornar a Venezuela o 51º estado americano, citando reservas de petróleo avaliadas em US$ 40 trilhões.
  • O presidente publicou em sua rede social, Truth Social, um mapa que ilustra a Venezuela já integrada ao território dos EUA.
  • A vice-presidente venezuelana, Delcy Rodríguez, rejeitou a proposta e reafirmou a soberania nacional.
  • O governo dos EUA mantém controle sobre a administração venezuelana desde a captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026.
  • Trump condicionou o acesso ao sistema antimíssil 'Domo de Ouro' à adesão de nações como estados americanos.
  • O perfil oficial da Casa Branca na rede social X replicou a imagem, elevando a repercussão diplomática do gesto.
  • A nova publicação ocorreu um dia após a negativa oficial de Caracas sobre a integração territorial.

O presidente Donald Trump intensificou sua retórica expansionista ao publicar, em sua rede social Truth Social, um mapa que retrata a Venezuela como o 51º estado dos Estados Unidos. A iniciativa, que foi replicada pelo perfil oficial da Casa Branca na rede social X, reforça as declarações recentes do mandatário, que justifica o interesse pela anexação devido às vastas reservas de petróleo do país, estimadas em US$ 40 trilhões. Desde a captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, os Estados Unidos exercem controle sobre a administração venezuelana, mantendo negociações frequentes nos setores de energia e mineração.

A movimentação gerou repercussão imediata nas esferas políticas internacionais e é vista como uma provocação diplomática. Em resposta, a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, rejeitou publicamente a proposta, enfatizando o compromisso do país com sua independência. A postura de Trump integra uma agenda expansionista que já incluiu manifestações de interesse sobre territórios como Canadá, Groenlândia e Cuba. Além disso, o governo americano tem utilizado o acesso a tecnologias de defesa, como o sistema antimíssil 'Domo de Ouro', como ferramenta de pressão para incentivar a adesão de outras nações ao território dos EUA.

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