Uma pesquisa realizada pelo Ipsos-Ipec indica que a prática de compra de votos ainda é uma realidade significativa no cenário eleitoral brasileiro, atingindo 22% da população. O levantamento destaca que as abordagens não se limitam a pagamentos em dinheiro, abrangendo também a oferta de favores, consultas médicas, festas e benefícios sociais. Candidatos a vereador e prefeito são os principais responsáveis por essas tentativas de coação, com maior incidência observada na região Nordeste. A relevância desses dados é acentuada pela dificuldade de combate ao crime: a maioria dos entrevistados não sabe como realizar denúncias ou não se sente segura para fazê-lo. Embora a Justiça Eleitoral disponibilize o aplicativo Pardal como canal oficial para registros, a falta de conhecimento sobre o mecanismo e o receio de represálias permanecem como obstáculos críticos para a integridade do processo democrático.
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