Ao completar 20 anos de existência, o movimento Mães de Maio intensifica sua pressão sobre o Estado brasileiro por justiça e memória em relação aos Crimes de Maio de 2006, que resultaram em 564 mortes em São Paulo. O grupo busca agora avanços legislativos por meio do Projeto de Lei 2999/2022, que propõe novas diretrizes de transparência e prevenção contra a violência policial no país. A iniciativa conta com o suporte acadêmico do projeto EnfrentAção, da Unifesp, que reconhece as mães das vítimas como pesquisadoras sociais na documentação de abusos estatais. Paralelamente, o movimento mantém ações judiciais no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e denúncias em instâncias internacionais, como a ONU, argumentando que a impunidade persiste devido à omissão das autoridades brasileiras na responsabilização dos envolvidos nas execuções ocorridas há duas décadas.
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