Um novo livro traz à tona detalhes sobre uma articulação secreta ocorrida em novembro de 1971, envolvendo a Fiesp e empresários americanos para financiar o regime militar brasileiro. Segundo a obra, o ditador Emílio Garrastazu Médici solicitou auxílio financeiro ao setor privado para fortalecer o aparato repressivo do Estado. Entre as demandas apresentadas pelo general Humberto Sousa Melo, destacou-se o pedido de recursos destinados à construção de uma sala de tortura em São Paulo, além da compra de veículos e armamentos para o Doi-Codi. O conteúdo da publicação evidencia a colaboração direta de lideranças empresariais na manutenção da estrutura de repressão durante o período, oferecendo novas perspectivas sobre o papel do setor privado no suporte logístico e financeiro às práticas adotadas pelo regime militar na época.
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