O país instalou 75% das novas turbinas globais em 2024, aproveitando custos de produção 45% menores que os de seus concorrentes internacionais.
A China consolidou sua hegemonia no mercado global de energia eólica offshore, sendo responsável pela instalação de aproximadamente 75% das novas turbinas em todo o mundo. O domínio chinês é sustentado por uma eficiência operacional que permite custos de produção 45% menores do que os observados em outras nações, além de avanços significativos em engenharia, como a criação de turbinas flutuantes de 50 megawatts pela empresa Ming Yang. Esse cenário coloca Pequim em uma posição central na transição energética global, mesmo diante de um ambiente de crescentes tensões geopolíticas. Enquanto a China expande sua infraestrutura renovável, o governo dos Estados Unidos, sob a gestão de Donald Trump, mantém uma postura de oposição ao desenvolvimento de projetos eólicos, criando um contraste estratégico na corrida pela liderança tecnológica e energética entre as duas maiores potências mundiais.
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