A Boeing articula uma retomada estratégica no mercado chinês, o segundo maior do mundo, através da negociação de 500 jatos 737 Max. O movimento conta com o suporte diplomático do governo de Donald Trump, que busca fortalecer a balança comercial americana. O CEO da companhia, Kelly Ortberg, acompanhará a delegação dos EUA na China para avançar nas tratativas, fundamentais para a recuperação financeira da fabricante após anos de desafios operacionais. A relação entre a Boeing e a China possui um histórico de longa data, iniciado em 1972 durante a visita de Richard Nixon ao país. Paralelamente aos esforços de venda, a empresa foca na inovação com o desenvolvimento de uma nova aeronave de corredor único, que deve substituir o 737 Max e chegar ao mercado até o final da década.
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