A recente visita do CEO da Boeing, Kelly Ortberg, a Pequim sublinha as dificuldades enfrentadas pela gigante americana para manter sua relevância no mercado chinês. Diferente de 2017, quando a China se comprometeu com a compra de 300 aeronaves, o atual clima comercial é marcado por uma mudança estratégica de Pequim. O governo chinês tem investido pesadamente no desenvolvimento de sua própria indústria aeronáutica, buscando reduzir a dependência histórica de tecnologia e produtos fabricados nos Estados Unidos. Embora a indústria local ainda não tenha atingido a escala esperada, o progresso chinês tem sido suficiente para alterar a dinâmica de poder nas negociações. A visita de Ortberg reflete as tensões persistentes e a complexidade das relações comerciais entre as duas maiores economias do mundo, que agora enfrentam um mercado global mais protecionista e competitivo.
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