O mercado financeiro reagiu de forma distinta aos balanços do primeiro trimestre de 2026 das construtoras MRV e Direcional. Enquanto a MRV enfrentou um cenário desafiador, registrando prejuízo líquido de R$ 78 milhões devido ao desempenho negativo da sua subsidiária Resia, a Direcional consolidou resultados sólidos. A Direcional reportou lucro líquido recorrente de R$ 200 milhões, impulsionado por uma margem bruta recorde de 42,9%, superando as estimativas do mercado. A divergência nos números reflete preocupações persistentes de analistas, como os do Goldman Sachs e Bradesco BBI, em relação à alavancagem e aos custos operacionais da MRV. Apesar da disparidade nos resultados imediatos, grandes instituições financeiras mantêm a recomendação de compra para ambas as companhias, apostando na resiliência do setor imobiliário a longo prazo.
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