Os reajustes aplicados aos planos de saúde coletivos no Brasil apresentaram uma desaceleração no início de 2026, conforme dados divulgados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Nos dois primeiros meses do ano, o aumento médio foi de 9,9%, patamar inferior aos 10,76% observados ao longo de 2025. Essa redução nos índices de reajuste sinaliza uma alteração no comportamento dos custos da saúde suplementar no país, que vinha pressionando os valores das mensalidades nos últimos períodos. A ANS, órgão regulador do setor, continua monitorando esses indicadores para acompanhar a evolução do mercado e o impacto financeiro para os beneficiários. A tendência de queda é acompanhada de perto por especialistas, que buscam entender se a mudança reflete uma estabilização estrutural nos custos assistenciais ou um movimento sazonal do setor.
9 mai, 16:31
8 mai, 16:35
5 mai, 11:04
4 mai, 09:06
2 abr, 14:03
Carregando comentários...