Os planos de saúde coletivos no Brasil registraram um reajuste médio de 9,9% nos dois primeiros meses de 2026, marcando a menor variação para o período desde 2021. Apesar da desaceleração, o índice ainda supera significativamente a inflação oficial (IPCA), que foi de 3,81% em fevereiro. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) justifica que o cálculo dos reajustes considera a frequência de utilização dos serviços e os custos específicos do setor, que diferem dos índices gerais de preços ao consumidor. A disparidade é notável entre o tamanho das carteiras: planos com até 29 beneficiários sofreram um impacto maior, com alta de 13,48%, enquanto contratos com 30 ou mais vidas tiveram reajuste de 8,71%. Com 84% dos 53 milhões de vínculos de saúde no país sendo coletivos, o setor mantém relevância econômica, tendo alcançado um lucro líquido de R$ 24,4 bilhões em 2025.
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