Estudo da UCL aponta que atividades culturais e artísticas estão associadas a um envelhecimento biológico mais lento em adultos.

Um estudo conduzido por pesquisadores da University College London (UCL) revelou que o envolvimento regular em atividades artísticas e culturais pode estar ligado a um ritmo mais lento de envelhecimento biológico. A pesquisa analisou como práticas diversas, que vão desde a criação artística, como pintar e cantar, até a contemplação passiva em galerias e museus, influenciam a saúde do organismo a longo prazo. Os dados indicam que o engajamento cultural atua como um fator protetor, auxiliando na manutenção de um corpo biologicamente mais jovem. Esta descoberta é considerada pioneira ao estabelecer uma conexão científica entre o lazer cultural e indicadores biológicos de saúde, sugerindo que o acesso e a participação em artes podem ser estratégias eficazes para promover um envelhecimento mais saudável e resiliente na população adulta.
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