O Canadá vive seu maior ciclo de recrutamento militar das últimas três décadas, impulsionado por reformas administrativas e um aumento expressivo nos investimentos em defesa. Sob a gestão do premiê Mark Carney, o país alcançou a meta da OTAN de destinar 2% do PIB ao setor, marca que não era atingida desde a década de 1980. Para atrair novos integrantes, o governo simplificou o processo de alistamento, tornando-o digital e permitindo a entrada de residentes permanentes. Essas medidas ocorrem em um momento de crescentes tensões geopolíticas, onde o Canadá busca reforçar sua soberania e capacidade de resposta a pressões externas. Apesar do avanço no recrutamento, especialistas ressaltam que as forças armadas ainda lidam com desafios de modernização e uma defasagem operacional em relação a outros aliados internacionais.
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