A China registrou no primeiro trimestre de 2026 o menor número de casamentos da sua história, um indicador que acende novos alertas sobre a crise demográfica que o país enfrenta. Mesmo durante a temporada de pico, quando historicamente há um aumento nas celebrações, os números não reagiram, evidenciando uma mudança estrutural no comportamento da população jovem. Especialistas apontam que a combinação de pressões econômicas, custos elevados de vida e transformações nos valores sociais tem desencorajado a formação de novos núcleos familiares. Esse cenário é uma preocupação central para o governo chinês, que busca reverter a tendência de declínio populacional. A persistência dessa queda na nupcialidade ameaça a estabilidade demográfica a longo prazo, forçando as autoridades a avaliarem novas políticas para incentivar o casamento e a natalidade em um contexto de envelhecimento acelerado da força de trabalho.
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