O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou que a guerra na Ucrânia se aproxima de um desfecho, destacando a mediação do presidente dos EUA, Donald Trump, na implementação de um cessar-fogo de três dias. O acordo, que marca uma pausa nas hostilidades, inclui a previsão de troca de 1.000 prisioneiros entre os dois lados. Em declarações recentes, Putin reforçou a disposição para discutir novos arranjos de segurança, apontou o ex-chanceler alemão Gerhard Schröder como seu interlocutor preferencial e admitiu a possibilidade de um encontro direto com Volodymyr Zelenskiy em um país neutro. Apesar da sinalização de abertura para negociações, o líder russo reiterou sua postura crítica em relação à administração de Zelenskiy e condenou o suporte militar e político fornecido pelas potências ocidentais à Ucrânia.
Durante o desfile do Dia da Vitória em Moscou, Putin justificou a invasão e criticou a expansão da Otan, enquanto o governo ucraniano manteve uma postura de desafio, respondendo ao evento militar com um decreto irônico. O conflito, que permanece como o principal ponto de tensão geopolítica sob a administração Trump, segue sendo monitorado pelo bloco ocidental. A diplomacia agora se volta para a viabilidade de um acordo de paz duradouro, condicionado pelo Kremlin à consolidação de termos que envolvam lideranças europeias e a mediação americana, mesmo diante das persistentes divergências sobre o papel do Ocidente no suporte a Kiev.
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