As operações militares conduzidas pelos Estados Unidos no Caribe têm provocado mudanças significativas na logística do narcotráfico. Desde setembro de 2025, a intensificação da vigilância e ataques navais elevaram os riscos operacionais, forçando cartéis a diversificar métodos, incluindo o uso de narcossubmarinos, drones e camuflagem em cargas legais. O cenário tornou-se ainda mais complexo após a deposição de Nicolás Maduro em janeiro de 2026, que marcou um ponto de inflexão nas tensões regionais. Apesar da pressão militar, o volume de cocaína traficada não apresentou redução significativa, com criminosos migrando para rotas alternativas, como voos não registrados sobre a Guiana e o transporte via Amazônia. Analistas ressaltam que a corrupção e a cumplicidade de funcionários públicos permanecem como barreiras estruturais que impedem a eficácia total das ações militares isoladas contra o crime organizado.
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