O Brasil consolidou sua posição como um dos principais destinos globais para o capital chinês em 2025, registrando um crescimento de 45% nos investimentos, que totalizaram US$ 6,1 bilhões. O setor de mineração foi o principal vetor desse movimento, com aportes que triplicaram para US$ 1,76 bilhão, impulsionados por aquisições estratégicas de empresas ocidentais por grupos como CMOC e Baiyin Nonferrous. Esse interesse reflete a necessidade da China em assegurar o acesso a recursos fundamentais para a transição energética e a produção de veículos elétricos. Paralelamente, o governo brasileiro busca fortalecer a soberania sobre esses recursos com a aprovação da Política Nacional de Minerais Críticos, que visa aumentar o controle estatal sobre ativos estratégicos e regular a exploração em um cenário de alta demanda internacional.
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