Washington amplia sanções contra rede de apoio ao Irã, elevando tensões diplomáticas antes da cúpula entre Donald Trump e Xi Jinping.
O governo dos Estados Unidos ampliou as sanções contra uma rede internacional de apoio aos esforços militares do Irã, atingindo 11 entidades e três indivíduos distribuídos entre China, Irã, Belarus e Emirados Árabes Unidos. A medida, reforçada pelo secretário de Estado Marco Rubio, visa desmantelar o fornecimento de tecnologia crítica, incluindo imagens de satélite utilizadas para viabilizar ataques contra forças americanas no Oriente Médio, além de restringir o programa de mísseis e drones de Teerã. Esta ação intensifica a pressão diplomática e econômica da administração Trump sobre a cooperação militar iraniana, em um momento de fragilidade no cessar-fogo entre Washington e Teerã.
A escalada das tensões ocorre às vésperas da viagem de Donald Trump a Pequim para uma cúpula com Xi Jinping, onde o conflito no Golfo será um dos temas centrais. A China reagiu ao endurecimento das medidas proibindo o cumprimento de sanções americanas contra suas refinarias de petróleo, sinalizando um agravamento na disputa comercial entre as duas potências. O cenário gera preocupações globais sobre a estabilidade no Estreito de Hormuz, ponto estratégico para o fornecimento mundial de petróleo, elevando o temor de novos impactos na segurança energética internacional.
Politico White House • 9 mai, 14:10
Times Brasil • 9 mai, 08:12
Financial Times World • 8 mai, 23:59
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