O mercado de fundos imobiliários inicia o mês de maio com foco em ativos de logística e recebíveis, conforme apontam relatórios de diversas instituições financeiras. Após o IFIX apresentar uma recuperação de 1,53% em abril, impulsionada por um alívio nas tensões no Oriente Médio, o cenário permanece desafiador devido à persistência da inflação e ao patamar elevado da taxa Selic. Enquanto os fundos de papel se beneficiam dos juros altos, os fundos de tijolo enfrentam pressões decorrentes do aumento nos custos de construção. Diante desse panorama, analistas recomendam cautela aos investidores, sugerindo a adoção de estratégias 'high grade' e o foco em fundos com gestão ativa. A diversificação e a seleção criteriosa de ativos, como BRCO11, HSML11, KNCR11, MCCI11 e VILG11, são apontadas como medidas essenciais para mitigar os riscos macroeconômicos que ainda pairam sobre o setor.
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