O setor elétrico brasileiro vive um movimento de expansão com a renovação antecipada de concessões de distribuição. A Neoenergia, braço da Iberdrola, anunciou um plano de R$ 50 bilhões para os próximos cinco anos, abrangendo operações na Bahia, Rio Grande do Norte, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Paralelamente, a Energisa confirmou investimentos de R$ 18 bilhões para o mesmo período, com foco em suas distribuidoras localizadas em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Sergipe. Os aportes são parte de um esforço coordenado pelo governo federal para modernizar a infraestrutura e melhorar a qualidade do serviço prestado aos consumidores.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, projeta que o conjunto de renovações contratuais deve injetar R$ 130 bilhões no setor até 2030. As novas regras contratuais estabelecem indicadores de desempenho mais rígidos, visando maior eficiência operacional. Enquanto o governo avança na formalização com diversas companhias, a situação da Enel em São Paulo permanece em análise, com a renovação da concessão ainda pendente devido a processos administrativos que avaliam a qualidade do serviço na região.
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