A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) obteve uma patente nos Estados Unidos para um método de tratamento inovador contra a malária resistente. Concedida pelo Escritório de Patentes e Marcas dos EUA (USPTO), a patente se refere ao uso do composto DAQ, que demonstrou eficácia contra cepas resistentes e sensíveis do parasita Plasmodium falciparum, além de resultados promissores contra Plasmodium vivax.
O composto DAQ, cuja atividade antimalárica foi identificada na década de 1960, foi retomado e aprimorado por pesquisadores da Fiocruz. Seu diferencial reside na capacidade de superar os mecanismos de resistência do parasita, atuando de forma similar à cloroquina. O potencial baixo custo de produção da molécula é considerado um fator estratégico para países onde a malária é endêmica. Apesar dos resultados promissores, o desenvolvimento do DAQ como medicamento ainda requer testes de toxicidade, definição de doses e formulação farmacêutica.
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