Experiências executivas internacionais são cada vez mais valorizadas no mercado de trabalho brasileiro, indo além da aquisição de conhecimento técnico para focar no desenvolvimento de soft skills e na ampliação da visão de mundo. Uma pesquisa da GMAC aponta que 76% dos profissionais que investem em educação internacional relatam um impacto direto e positivo em suas carreiras, evidenciando a relevância desses programas.
Especialistas como Renata Filardi, da ABRH-RJ, e Deborah Bottura, da Tryvea, ressaltam que esses cursos, mesmo os de curta duração, contribuem significativamente para a inteligência cultural, a capacidade de atuar em ambientes diversos e aprimoram a comunicação. Cauê Oliveira, do GPTW Brasil, enfatiza a importância do protagonismo profissional na escolha do curso, que deve estar alinhado aos objetivos de carreira e aos desafios do mercado, evitando o mero acúmulo de certificados em favor de competências que impulsionem a próxima etapa profissional.
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