A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, criticou o aumento significativo da margem de lucro das distribuidoras de combustíveis no Brasil durante o conflito no Oriente Médio. Segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP) citados por Chambriard, a margem do diesel subiu 124% e a da gasolina, 44% nesse período. A Petrobras, por sua vez, não tem envolvimento direto com esses segmentos desde a privatização da BR Distribuidora (hoje Vibra Energia) e da Refinaria da Bahia, ocorrida em 2021.
Chambriard questionou os benefícios dessas vendas, que desvincularam a Petrobras da operação de distribuição e refino, e destacou que a estatal se comprometeu a não competir com a Vibra Energia até meados de 2029. A Petrobras reforça que sua estratégia comercial de preços de combustíveis não é automática e busca absorver oscilações para reduzir impactos abruptos aos consumidores.
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