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Mineradora canadense Sherritt encerra joint venture em Cuba após novas sanções

A mineradora canadense Sherritt encerrou sua participação em uma joint venture em Cuba, a Moa Nickel S.A., em resposta às novas sanções impostas pelos EUA contra empresas e indivíduos cubanos, incluindo a MNSA e o conglomerado militar GAESA.

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07/05 às 15:36

Pontos principais

  • A mineradora canadense Sherritt suspendeu sua participação direta na joint venture Moa Nickel S.A. em Cuba, antecipando novas sanções dos EUA.
  • O Departamento de Estado dos EUA sancionou a Moa Nickel S.A., o Grupo de Administración Empresarial (GAESA) e a executiva Ania Guillermina Lastres Moreira.
  • As sanções fazem parte da campanha da administração Trump para combater ameaças à segurança nacional representadas pelo regime comunista de Cuba.
  • A Sherritt informou que não há impacto imediato nas operações de refino em Fort Saskatchewan, Canadá, com estoque de níquel e cobalto até meados de junho.
  • Brian Imrie, Richard Moat e Brett Richards renunciaram ao conselho de administração da Sherritt.
  • O GAESA é descrito como um conglomerado controlado pelos militares cubanos, responsável por grande parte da economia da ilha e beneficiando elites corruptas.
  • A MNSA é acusada de explorar recursos naturais de Cuba para o benefício do regime, utilizando ativos expropriados de pessoas e empresas americanas.

Mencionado nesta matéria

Pessoas

Ania Guillermina Lastres Moreira (executiva da GAESA)Brian ImrieRichard MoatBrett Richards

Organizações

Sherritt International CorporationDepartamento de Estado dos EUAMoa Nickel S.A (MNSA)Grupo de Administración Empresarial (GAESA)La Compañia General de Níquel

Lugares

CubaCanadáEstados UnidosMoaAlbertaFort SaskatchewanEuropaÁsia