Droga ataca proteína RAS, mutada em 90% dos tumores pancreáticos; FDA acelerou avaliação e autorizou acesso expandido.
O daraxonrasib, medicamento experimental da Revolution Medicines, estendeu a sobrevida em câncer de pâncreas para 13,2 meses, contra 6,7 meses com quimioterapia sozinha, em ensaio de Fase 3. A droga ataca a proteína RAS, mutada em mais de 90% dos tumores pancreáticos e considerada por décadas fora do alcance de medicamentos.
O daraxonrasib usa a proteína ciclofila A para criar uma 'cola molecular' que bloqueia a RAS. A FDA já acelerou a avaliação e autorizou o acesso expandido fora dos estudos clínicos. Apenas 3% dos pacientes com câncer de pâncreas metastático sobrevivem cinco anos.
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