Violência paramilitar e do narcotráfico atinge Parque Tayrona, Colômbia
A violência paramilitar e do narcotráfico assola o Parque Nacional de Tayrona e a Sierra Nevada de Santa Marta, na Colômbia, afetando comunidades indígenas e o turismo.
Pontos principais
- O Parque Nacional de Tayrona e a Sierra Nevada de Santa Marta são alvos de violência paramilitar e do narcotráfico.
- As Autodefesas Conquistadoras da Sierra Nevada (ACSN) extorquem comércios e aterrorizam comunidades indígenas, financiando-se com rotas de narcotráfico.
- O presidente Gustavo Petro fechou o Parque Tayrona por mais de duas semanas devido a extorsões e ameaças contra guardas-parques.
- A violência afeta povos indígenas como os koguis e arhuacos, cujo conhecimento ancestral é reconhecido pela Unesco.
- Além das ACSN, o Clã do Golfo também disputa o controle da serra, intensificando os conflitos na região.
O Parque Nacional de Tayrona e a Sierra Nevada de Santa Marta, destinos turísticos na Colômbia, enfrentam uma onda de violência paramilitar e do narcotráfico. Grupos como as Autodefesas Conquistadoras da Sierra Nevada (ACSN) e o Clã do Golfo disputam o controle da região, extorquindo comerciantes, aterrorizando comunidades indígenas e utilizando a área para rotas de narcotráfico. Esta situação levou o presidente Gustavo Petro a fechar o Parque Tayrona por mais de duas semanas, em resposta a extorsões e ameaças direcionadas aos guardas-parques.
A violência tem um impacto significativo nas comunidades locais, incluindo povos indígenas como os koguis e arhuacos, cujo conhecimento ancestral é reconhecido pela Unesco. A escalada dos conflitos, que se intensificou apesar da política de "paz total" do governo Petro não ter avançado com as ACSN, gera má reputação e afeta o número de visitantes no setor turístico da região, prejudicando a economia local e a segurança dos moradores e turistas.
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