A Colômbia intensificou o combate ao narcotráfico e ao crime organizado após uma série de ataques a bombas que resultaram na morte de 14 pessoas e deixaram 38 feridos. Os atentados, ocorridos um mês antes das eleições presidenciais, foram atribuídos a dissidentes das Farc, levando o governo a anunciar uma ofensiva militar e policial sem precedentes.
O Ministro da Defesa, Pedro Sánchez Suárez, informou que a estratégia inclui o reforço do aparato de segurança com a chegada de oito novos pelotões do Exército, dois pelotões blindados e drones para vigilância. Além disso, foram oferecidas recompensas milionárias por informações que levem à captura de líderes criminosos como "Marlon", "Max Max" e "Yogui". O governo também planeja enfraquecer financeiramente os grupos criminosos, intensificando operações contra o tráfico de drogas e a mineração ilegal, e condenou o uso de explosivos em áreas urbanas e veículos escolares, classificando-os como violação do Direito Internacional Humanitário.