Emissoras de países asiáticos, incluindo China e Índia, ainda não fecharam acordos com a Fifa para transmitir a Copa do Mundo de 2026, faltando apenas 35 dias para o início do torneio. A principal razão para o impasse são os horários desfavoráveis dos jogos, que começarão de madrugada em grandes cidades como Pequim, Xangai e Nova Déli, além de divergências sobre os valores dos direitos de transmissão.
Na Índia, a JioStar ofereceu US$ 20 milhões, enquanto a Fifa pedia US$ 100 milhões pelos direitos das Copas de 2026 e 2030. A situação com a CCTV na China também está travada, apesar de o país ter gerado quase 50% das horas de visualização digital da Copa de 2022, mesmo sem a seleção chinesa ter se classificado. Embora a Malásia tenha anunciado a transmissão, especialistas preveem que um acordo será alcançado, pois a Fifa busca garantir a máxima cobertura para seus patrocinadores e combater a pirataria.
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