A dívida global atingiu um novo recorde de quase US$ 353 trilhões no primeiro trimestre de 2026, conforme relatório do Instituto de Finanças Internacionais (IIF). O aumento de mais de US$ 4,4 trilhões foi impulsionado principalmente pelo endividamento governamental na China e nos Estados Unidos. Embora a dívida em mercados desenvolvidos tenha diminuído ligeiramente, a dívida total em mercados emergentes (excluindo a China) subiu para US$ 36,8 trilhões.
O IIF alerta para pressões futuras que podem intensificar a acumulação de dívida, incluindo o envelhecimento populacional, gastos com defesa e investimentos em inteligência artificial. O conflito no Oriente Médio e as pressões inflacionárias também podem forçar governos a aumentar o apoio fiscal. No entanto, o instituto destaca a resiliência dos mercados emergentes, que demonstram forte apetite por risco e registraram uma emissão recorde de eurobônus soberanos.
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