Volume recorde no primeiro semestre de 2026 reflete spreads reduzidos e maior apetite de investidores por ativos de risco em economias em desenvolvimento.
O mercado de dívida em economias emergentes registrou um desempenho recorde no primeiro semestre de 2026, com o volume de emissões de títulos atingindo US$ 450 bilhões. Esse movimento foi impulsionado por uma compressão significativa nos spreads de crédito, que alcançaram seus patamares mais baixos em quase 20 anos, tornando o custo de captação mais atrativo para emissores soberanos e corporativos. A marca histórica reflete um apetite renovado dos investidores globais por ativos de risco, sinalizando uma percepção de maior estabilidade financeira nessas regiões. A tendência de alta nas emissões sugere que, apesar das incertezas macroeconômicas globais, os mercados emergentes conseguiram manter condições favoráveis para o financiamento de suas operações e dívidas públicas, consolidando uma trajetória de confiança no curto prazo.
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