A dependência excessiva do fundador é o principal obstáculo para o crescimento de muitas empresas brasileiras, segundo Misa Antonini, do Times Brasil. Ela destaca que empresários frequentemente se veem como "bombeiros", dedicando-se a resolver problemas operacionais em vez de focar na estratégia e no desenvolvimento de longo prazo. Essa centralização impede o amadurecimento do negócio e o torna vulnerável à ausência do proprietário.
Antonini enfatiza que a estratégia, a visão de longo prazo e a análise de mercado são responsabilidades indelegáveis do CEO. Para superar essa barreira, ela sugere uma análise de maturidade empresarial que considere governança, processos, pessoas e ferramentas. O modelo ideal, denominado "CEO arquiteto", é aquele capaz de gerenciar as frequências operacional, tática e estratégica, evitando erros comuns como a falta de processos claros e contratações baseadas em relações pessoais.
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