O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) manifestou que o atual cenário político, marcado pela polarização e pela desinformação, cria dificuldades para políticos moderados. A declaração reforça a incerteza sobre sua possível candidatura ao governo de Minas Gerais, com a decisão final prevista para o fim de maio. Pacheco também lamentou não ter conseguido avançar na regulamentação das redes sociais enquanto presidia o Senado, um fator que ele considera contribuir para o ambiente político atual.
A indefinição de Pacheco tem gerado pressão sobre o Partido dos Trabalhadores (PT). O presidente do PT, Edinho Silva, já comunicou a correligionários que Pacheco não deve concorrer ao governo de Minas Gerais, apesar de ser o nome favorito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a disputa estadual. Lula esperava que Pacheco encabeçasse uma chapa em Minas Gerais e o apoiasse em sua própria busca por um novo mandato presidencial. Nomes como Alexandre Kalil (PDT) e Josue Alencar (PSB) estão sendo considerados pelo PT como possíveis substitutos.
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