A Ilha de Gorée, localizada no Senegal, utiliza o turismo como sua principal fonte de renda, enquanto preserva a memória de seu papel histórico como entreposto do tráfico de escravizados africanos para as Américas entre os séculos 15 e 19. Reconhecida como Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 1978, a ilha atrai visitantes de todo o mundo, que buscam aprender sobre esse período sombrio da história.
Os cerca de 1,7 mil moradores da ilha dependem diretamente do fluxo de turistas, vendendo artesanato, oferecendo serviços de guia e compartilhando a cultura local. A Casa dos Escravos, um dos pontos mais visitados, serve como um local de reflexão e educação sobre as consequências da escravidão e a importância da dignidade humana, reforçando a hospitalidade senegalesa, conhecida como 'Teranga'.
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