O dólar comercial encerrou o primeiro dia de maio em alta de 0,32%, sendo negociado a R$ 4,968, enquanto a Bolsa de Valores brasileira (B3) registrou queda. Esse movimento foi influenciado pela valorização do petróleo no mercado internacional, que superou US$ 110 o barril, e pela piora nas projeções para a inflação. Um programa federal de refinanciamento de dívidas também repercutiu no mercado financeiro.
No cenário doméstico, as projeções do relatório Focus indicam uma redução nas probabilidades de continuidade dos cortes na Selic devido à trajetória de alta do IPCA, o que também impactou o câmbio. Investidores aguardavam a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) para mais detalhes sobre a política de juros do Banco Central, após a recente redução da taxa Selic para 14,5% ao ano. Nesta terça-feira, o dólar abriu em baixa, cotado a R$ 4,95, influenciado pela avaliação dos investidores sobre a ata do Copom, que detalhou o corte de 0,25 ponto percentual na taxa de juros realizado na semana anterior e os motivos para a decisão.
As tensões geopolíticas no Oriente Médio, com disputas entre Estados Unidos e Irã no Estreito de Ormuz e ameaças do presidente Donald Trump, continuam a influenciar os mercados globais, aumentando a aversão a risco e impactando o fluxo para mercados emergentes. Novas ameaças entre Irã e EUA também contribuíram para a volatilidade do mercado, afetando o comportamento da moeda americana e mantendo o preço do petróleo tipo Brent acima de US$ 110 o barril.
UOL - Economia • 5 mai, 09:14
Folha de São Paulo - Mercado • 5 mai, 09:34
G1 - Economia • 5 mai, 09:00
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