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Dólar fecha a R$ 5,00 e Ibovespa cai com juros e tensões globais

O dólar fechou em alta, atingindo R$ 5,00, e o Ibovespa registrou queda de 2,05%, influenciados pela manutenção dos juros nos EUA e tensões no Oriente Médio.

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Foto: G1 - Economia
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29/04 às 10:04 · atualizado 21:02

Pontos principais

  • O dólar encerrou o dia com valorização de 0,40%, cotado a R$ 5,001.
  • A Bolsa de Valores brasileira (Ibovespa) registrou queda de 2,05%, fechando aos 184.750 pontos.
  • O Federal Reserve (Fed) manteve as taxas de juros nos EUA entre 3,50% e 3,75% ao ano.
  • O Banco Central brasileiro (Copom) cortou a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano, após o fechamento do mercado.
  • As tensões geopolíticas no Oriente Médio, envolvendo EUA e Irã, impulsionaram os preços do petróleo.
  • O barril tipo WTI subiu 6,95% para US$ 106,88, e o Brent avançou 5,78% para US$ 110,44.

O dólar encerrou o pregão desta quarta-feira em alta de 0,40%, atingindo a cotação de R$ 5,001, enquanto o Ibovespa registrou uma queda de 2,05%, fechando aos 184.750 pontos. A valorização da moeda americana e a retração da bolsa brasileira foram impulsionadas por uma combinação de fatores, incluindo as decisões de política monetária nos Estados Unidos e no Brasil, além das persistentes tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) optou por manter as taxas de juros entre 3,50% e 3,75% ao ano, uma decisão que repercutiu nos mercados globais e contribuiu para a valorização do dólar. No cenário doméstico, o Banco Central brasileiro (Copom) decidiu cortar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano, após o fechamento das negociações, impactando as expectativas do mercado.

Paralelamente, investidores continuam monitorando a situação no Oriente Médio, onde as tensões entre Estados Unidos e Irã, após declarações do presidente Donald Trump e restrições iranianas no Estreito de Ormuz, mantêm a aversão ao risco e impactam os preços do petróleo. O barril tipo WTI disparou 6,95% para US$ 106,88, e o Brent avançou 5,78% para US$ 110,44, refletindo as incertezas sobre o fornecimento global e elevando as pressões inflacionárias.

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