Advogados de Alan Jones alegam mandados inválidos em busca por abuso sexual
A defesa do ex-radialista Alan Jones acusa a polícia de NSW de impropriedade e uso de mandados inválidos durante uma busca em sua residência, parte de uma investigação de abuso sexual histórico.
Pontos principais
- Alan Jones, ex-radialista, é investigado por alegações de abuso sexual histórico.
- A polícia de NSW realizou uma busca na casa de Jones em Sydney em novembro de 2024.
- Advogados de Jones afirmam que os mandados de busca eram inválidos e que houve impropriedade policial.
- A defesa exige que a polícia revele quais oficiais acessaram ou baixaram dados do telefone de Jones.
- A investigação de abuso sexual já durava oito meses antes da busca na residência.
Os advogados do ex-radialista Alan Jones alegaram que a polícia de Nova Gales do Sul (NSW) agiu de forma imprópria e utilizou mandados inválidos durante uma busca em sua residência em Sydney, realizada em novembro de 2024. A operação faz parte de uma investigação de abuso sexual histórico contra Jones, que já se estendia por oito meses antes da ação policial.
A defesa de Jones acusa a polícia de conduta inadequada e exige que sejam revelados os nomes dos oficiais que acessaram ou baixaram material do telefone do ex-radialista. As alegações de impropriedade e a contestação da validade dos mandados de busca indicam uma possível disputa legal sobre os procedimentos da investigação.
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