Mais de 7.000 entregadores da Just Eat iniciaram uma ação legal para obter direitos trabalhistas como salário mínimo e férias remuneradas, com o tribunal começando esta semana.
Mais de 7.000 entregadores da Just Eat iniciaram uma ação legal contra a empresa, buscando melhores direitos trabalhistas. As reivindicações incluem o direito a salário mínimo e férias remuneradas, em um caso que pode redefinir a relação de trabalho na economia gig. O tribunal trabalhista responsável pelo caso terá início nesta semana e está programado para durar até 2 de junho.
O cerne da disputa reside na classificação dos entregadores: se são considerados trabalhadores ou contratados independentes. Uma decisão favorável aos entregadores, classificando-os como trabalhadores, garantiria a eles direitos aprimorados que atualmente não possuem, impactando potencialmente o modelo de negócios da Just Eat e de outras plataformas de entrega.
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