Mais de 7.000 entregadores da Just Eat iniciaram uma ação legal contra a empresa, buscando melhores direitos trabalhistas. As reivindicações incluem o direito a salário mínimo e férias remuneradas, em um caso que pode redefinir a relação de trabalho na economia gig. O tribunal trabalhista responsável pelo caso terá início nesta semana e está programado para durar até 2 de junho.
O cerne da disputa reside na classificação dos entregadores: se são considerados trabalhadores ou contratados independentes. Uma decisão favorável aos entregadores, classificando-os como trabalhadores, garantiria a eles direitos aprimorados que atualmente não possuem, impactando potencialmente o modelo de negócios da Just Eat e de outras plataformas de entrega.
24 abr, 06:05
13 abr, 09:03
7 abr, 21:01
3 abr, 07:02
15 mar, 05:00