O governo chinês instruiu suas empresas a desconsiderar as sanções impostas pelos Estados Unidos a uma importante refinaria de petróleo. A medida de Pequim surge em um momento delicado, às vésperas de uma cúpula de líderes agendada para a próxima semana, e é vista como um teste aos limites da política externa americana.
As sanções dos EUA, que não especificam a refinaria alvo, refletem a crescente tensão entre as duas potências. A decisão da China de ignorar as restrições americanas também sublinha a influência cada vez maior das refinarias de petróleo privadas no país.
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