A China, por meio de seu Ministério do Comércio, emitiu uma liminar para bloquear as sanções impostas pelos Estados Unidos contra cinco refinarias chinesas. As sanções americanas foram aplicadas devido à acusação de que essas refinarias estariam comprando petróleo iraniano, o que viola as restrições impostas pelo governo Trump e pelo Tesouro dos EUA. Pequim argumenta que tais sanções representam uma violação do direito internacional e das normas que regem as relações internacionais.
A decisão chinesa impede que as autoridades americanas reconheçam ou implementem as sanções contra as empresas afetadas. As refinarias, muitas delas conhecidas como 'teapot' e que representam um quarto da capacidade de refino da China, já enfrentavam dificuldades operacionais e financeiras devido às sanções, incluindo problemas para receber petróleo bruto. Este movimento da China intensifica as tensões comerciais e diplomáticas entre as duas maiores economias globais.
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