Um novo estudo reforça a eficácia do biomarcador pTau217 na detecção precoce do Alzheimer, tornando o diagnóstico mais acessível e menos invasivo.

Um novo estudo publicado na revista Nature Communications reforça a eficácia do biomarcador sanguíneo pTau217 na detecção precoce da doença de Alzheimer. A pesquisa, conduzida pelo Mass General Brigham, acompanhou 317 adultos por oito anos, medindo os níveis de pTau217 e realizando exames cerebrais. Os resultados indicaram que níveis mais altos do biomarcador correlacionam-se com uma progressão mais rápida do Alzheimer, mesmo em indivíduos com exames cerebrais inicialmente normais.
Este avanço representa um passo significativo para um diagnóstico mais acessível e menos invasivo da doença, substituindo métodos caros e invasivos. A detecção precoce permite intervenções que podem retardar a progressão da doença, e pesquisas mostram que a maioria das pessoas consideraria importante ou aceitaria um exame de sangue para risco de Alzheimer, com muitos dispostos a adotar medidas para melhorar a saúde cerebral diante de um risco maior.
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