Um autor destaca o paradoxo do Irã, que se encontra em uma tensão contínua entre sua teocracia conservadora e uma sociedade civil vibrante. Essa dualidade é evidenciada por movimentos de protesto que ganharam força desde a "Revolução Verde" de 2009, quando cidadãos se manifestaram contra a suposta fraude eleitoral e a reeleição do então presidente Mahmoud Ahmadinejad.
Desde 2009, o país tem observado um aumento nos movimentos de oposição e protestos contra o regime. A análise do autor aponta para a complexidade da sociedade iraniana, que, apesar das restrições conservadoras, busca expressar sua vitalidade e desejo por mudanças, gerando uma tensão constante entre as forças governamentais e a população.
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